[Intro]
Am
[Verse 1]
AmDesde a vergonha da escravidão
Bm7b5Na aflição da senzala
E7 AmSe vê separação
Bb7b5De cor
AmO negro está sempre Ao rés Do chão
Bm7b5Nos degraus dessa escala
E7 Am
E isso não mudou
AmDesde o momento da criação
Bm7b5Da primeira favela
E7 Am Bb7b5A desagregação voltou
Am B7Negro ainda está nessa condição
Bm7b5De miséria e mazela
E7 AmDe quando começou
[Bridge]
Gm A7Chicote ou zunido de bala
D7Favela ou senzala
D7Não faz diferença
B7
Me parece que Em toda novela
Bm7b5Senzala ou favela
E7É a nossa sentença
Gm A7
E onde entra a mão Do governo
D7É só uma política a mais de exclusão
B7Esse nosso apartheid é sem termo
Bm7b5 E7Temos que brigar por outra abolição
[Verse 2]
N.C
Desde a vergonha da escravidão
N.C
Na aflição da senzala
N.C
Se vê separação
Bb7b5De cor
AmO negro está sempre Ao rés Do chão
Bm7b5Nos degraus dessa escala
E7 Am
E isso não mudou
AmDesde o momento da criação
Bm7b5Da primeira favela
E7 Am Bb7b5A desagregação voltou
Am B7Negro ainda está nessa condição
Bm7b5De miséria e mazela
E7 AmDe quando começou
[Bridge]
Gm A7Chicote ou zunido de bala
D7Favela ou senzala
D7Não faz diferença
B7
Me parece que Em toda novela
Bm7b5Senzala ou favela
E7É a nossa sentença
Gm A7
E onde entra a mão Do governo
D7É só uma política a mais de exclusão
B7Esse nosso apartheid é sem termo
Bm7b5 E7Temos que brigar por outra abolição
[Outro]
Am
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